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Inventaram o álcool que não dá ressaca

Cientista britânico diz que já tem a substância que não lesiona o fígado e não dá ressaca

Já imaginou tu sair de casa, se encharcar de cachaça, virar aquele pudinzão de etanol, e no dia seguinte acordar sem que sua mãe tenha que entrar no seu quarto com o balde e o rodo na mão?

Pois o ex-assessor do governo britânico para assuntos de saúde e drogas diz que os químicos descobriram um novo tipo de álcool sintético que poderá permitir bebedeiras sem ressacas.

Bebedeira sem ressaca!

Isso é sensacional!

É como pegar mel e não levar picada da abelha.

O gringo afirma que o novo álcool simula “efeitos positivos” da embriaguez e poderá substituir o álcool tradicional até 2050.

Simular ‘efeitos positivos’ do álcool é ficar alegre, zuretão, achar todas as mulheres lindas e mijar na pia do banheiro da balada, mas sem aquela parte ruim do gosto de maçaneta na boca e da vaga lembrança de que fez merda com aquela mulher que você encontrou encostada na parede, no lado de fora, e que falava grosso, tinha barba e também mijou na pia da balada.

A nova substância, batizada de alcosynth, é resultado do trabalho do químico David Nutt, do Imperial College de Londres, e, ironicamente, ex-consultor do governo britânico para assuntos ligados a drogas. Ele teve seus quinze minutos de fama em 2009, quando foi demitido do cargo de consultor governamental ao declarar que consumir ecstasy era menos perigoso que andar a cavalo. E muita gente parou de andar a cavalo porque não entendeu direito a frase.

A relação entre o álcool e o cérebro já é bem compreendida há 30 anos. Sabemos onde os efeitos positivos do álcool são mediados no cérebro, e podemos imitá-los. Sem tocar as áreas ruins, também não temos os efeitos ruins.”

Defensores do alcosynth acreditam que ele poderá revolucionar a saúde pública, mais precisamente pela redução dos gastos com o tratamento de males provocados pelo consumo de álcool.

Ele ainda diz que o alcosynth tem um “limite de segurança” que impede o usuário de ficar bêbado demais.

“Acreditamos que, depois de quatro ou cinco drinques, o efeito se estabilizará e evitará que alguém se mate ou fique muito enjoado“, explica Nutt.

De acordo com ONGs britânicas, o alcoolismo é a terceira maior causa de doenças no país depois do tabagismo e da obesidade.

Apesar do progresso, ainda será preciso esperar um bom tempo para poder pedir uma dose do álcool sem ressaca – os custos de desenvolvimento e as barreiras regulatórias são grandes.

“É uma ideia interessante e seria ótimo para que a força de trabalho não sofresse de ressaca e fosse mais eficiente, mas ainda está muito no começo para comentarmos“, disse um porta-voz do Ministério da Saúde.

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